Pacotão Alligators: Reforço norte-americano, flag e homenagem

O Brasília Alligators apresentou um pacotão de novidades na noite desta terça-feira (07). Destaque para a apresentação do norte-americano Tommy Jones, que reforça a equipe de futebol americano. Também foi apresentada a nova logomarca da equipe, a preparação do flag feminino em busca do título nacional e a homenagem para a ex-presidente Raquel Araújo.

 

A diretoria, que tomou a frente da equipe no início do ano, promete uma equipe mais madura em todas as modalidades que dispõe: futebol americano masculino e flag masculino e feminino.  

 

Márcio Makoto voltou à presidência da equipe depois de dois anos longe do cargo. Neste período ele chegou a ser presidente da Federação Brasiliense de Futebol Americano (FBFA). De volta ao comando, seus primeiros atos foram rumo à profissionalização da equipe. “Fui colocando pessoas profissionais de cada área dentro do Alligators. Profissionais de marketing, de finanças e de assuntos comerciais. O intuito é profissionalizar de dentro pra fora”, disse.

 

A coletiva teve a presença do deputado distrital Júlio César Ribeiro, que elogiou as novas diretrizes da diretoria. “É importante saber que o Alligators está voltando depois de ficar de fora do candangão de futebol americano. Estou feliz que eles estão com patrocínio e com jogador estrangeiro. Isso demonstra que a modalidade vem crescendo em Brasília”, disse o deputado.

 

 

Futebol Americano

 

O principal assunto da noite foi a chegada de Tommy Jones. O jogador, que veio da universidade de Langston, desembarcou na manhã desta terça-feira (07) em Brasília e participou da coletiva. O jogador usará a camisa 6 e atua na linha defensiva e também como recebedor. Além disso será parte ativa da comissão técnica. A vinda de Jones é fruto da parceria do Alligators com a sua mais nova patrocinadora, a Park Idiomas. Os detalhes da transação e do contrato não foram divulgados.

 

Segundo Makoto, Jones vem para ser mais do que jogador. “Eles tem uma bagagem e um conhecimento de futebol americano maior do que os brasileiros, então ele vai trabalhar de tudo, dentro e fora de campo. Acho difícil ele ter uma casa melhor que o Alligators”.

 

O próprio jogador confirmou a vontade de ajudar o seu novo time e também sabe do seu compromisso com o esporte no Brasil. “O futebol americano está crescendo rápido aqui e pode ser grande. Se eu puder ajudar e fazer o futebol crescer aqui, vou fazê-lo.” Quando perguntado sobre o tampo que permanecerá no Brasil, Jones respondeu com segurança “Quero permanecer aqui por um bom tempo. É a minha casa agora”, disse.

 

Durante o primeiro semestre, o Alligators não participou de nenhuma competição oficial. O trabalho durante este período foi interno e agora é a hora de mostrar o resultado do que foi feito. “A história do time é vencedora. Já sabemos como é o gosto da vitória, agora queremos sentir novamente”, afirmou Makoto.

 

O time está na conferência centro-oeste da Liga Nacional 2016 ao lado de Leões de Judá, Sinop Coyotes e Sorriso Hornets.  

 

 

Flag feminino

 

O flag feminino, destaque do Alligators, esteve em peso na coletiva comemorando o título do campeonato regional da modalidade. De maneira invicta, as meninas de Brasília trouxeram o título para casa com autoridade. Foram 232 pontos feitos no campeonato e nenhum sofrido.

 

O objetivo no segundo semestre de 2016 é buscar o título nacional, e o técnico Babu está confiante. “O time deste ano é o mais forte entre todos os anos do Alligators. Não vejo motivo pra gente não conseguir trazer o título nacional pra casa”.

 

A jogadora destaque do time é Ana Luiza Cazarin, recebedora que atua também na seleção brasileira. Cazarin falou sobre o diferencial do atual time e não se deixou levar pelo resultado no torneio regional. “Este anos estamos com uma nova cara e uma nova filosofia. Queremos de fato ser campeão nacionais. O time sabe que teve um grande resultado, mas saímos com vontade de treinar e evoluir ainda mais. Temos muito mais a mostrar.”

 

Para mostrar muito mais, a jogadora tem na bagagem dois jogos pela seleção brasileira de flag, quando disputou as eliminatórias para o mundial da modalidade no Panamá. De volta à Brasília, ela conta o que aprimorou no tempo em que esteve com a camisa amarela. “Apesar de curta, a experiência é algo que acrescenta muito. Mudei muito o meu jeito de estudar, de treinar e até de motivar as meninas. Tenho outra cabeça agora”, analisou Cazarin.

 

Para o restante da temporada, o Alligators trouxe de volta o treinador Luiz Paulo Boaventura, o Mineiro. Ele já foi coordenador defensivo da equipe de Brasília em 2011 e head coach em 2013.

 

Os adversários  e as datas da competição nacional ainda não foram divulgados.

 

 

Aposentadoria da 13

 

 Ao final da coletiva foi anunciado a aposentadoria da camisa 13 do Brasília Alligators. O número pertencia a ex-jogadora da equipe Raquel Araújo, que foi jogar no segundo time de flag da capital, o Brasília Pilots. Ela explicou o motivo da troca de equipe. “Meu trabalho no Alligators já foi cumprido, e o time já tem uma base muito sólida. Com outro time em Brasília, o flag tem muito a ganhar. Com a minha experiência acredito que posso ajudar bastante o Pilots a crescer” declarou.

Raquel é ex-presidente do Alligators e estava na equipe desde a fundação da modalidade na equipe. “Não foi uma decisão fácil, mas muito racional”, completou Raquel.

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