O Circuito Qualidade Caixa (CQC) encerra mais uma temporada

5/10/2018

 

Mais uma edição chegou ao fim. O Circuito Qualidade Caixa 2018, em sua 9ª edição, passou pelas cidades de Aracaju, Maceió, João Pessoa e São Luís. Em cada lugar, grandes e diferentes histórias para contar. Foram corridas de 5 e 10km.

A largada foi dada no dia 5 de agosto, em Aracaju. Lá, além da 5ª vitória sergipana seguida da veterana Marily dos Santos, o empenho da atleta Claudianca Santos da Conceição chamou a atenção. Deficiente visual, Claudianca venceu como andante, mas correu o risco de não correr.  Por um contratempo do técnico, ela chegou atrasada. Entretanto, com um novo número de peito cedido pela organização, Claudianca fechou a prova em 1h37min11.

Maceió, como uma das pioneiras do CQC, realizou a 9ª edição do Circuito, no dia 19 de agosto. A grande participação de pessoas com deficiência marcou a etapa alagoana, que nunca tinha reunido tantos atletas da Categoria Especial Cadeirante Tradicional como agora. Aliás, talvez essa tenha sido a maior participação desses atletas em todas as etapas, de todas as edições.

E mais uma vitória foi garantida por Marily dos Santos, que cravou a prova em exatos 38 minutos. Na elite masculina, Gleison Santos saiu da segunda colocação em Aracaju pa

 

ra o primeiro lugar em Maceió.

Outra pioneira, João Pessoa recebeu a 9ª edição do Circuito no dia 2 de setembro. O campeão Jair José da Silva recebeu no pódio a companhia, nesta ordem, de Marcos Antônio Pereira e Ubiratan José dos Santos. Este último é heptadecacampeão do CQC.

Entre os amadores, muitos homens e mulheres idosos marcaram presença, mostrando que correr é para qualquer idade. O estatístico Antônio Caldas, de 70 anos, afirmou: “Eu acho que esse é o melhor esporte e o melhor plano de saúde que existe. Isso aqui (a corrida) educa a mente e os músculos”.

São Luís encerrou a temporada 2018 do Circuito no dia 30 de setembro. Na 6ª edição ludovicense, foi a vez de Risonete Moura brilhar. De 2015 para cá, Risonete sempre figurou entre a 2ª e 3ª colocação. Dessa vez foi dela o degrau mais alto do pódio. Mas junto com Risonete, muitos outros nomes novos, diferentes, com os quais ainda não estamos tão familiarizados ainda, estão formando uma nova geração de atletas de elite no Nordeste brasileiro. Que venha 2019!

 

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